sábado, 25 de janeiro de 2014

Visitando as Piscinas Naturais de Maragogi

Fiquei um tempo sem postar aqui porque estava viajando! Fui para Alagoas e conheci a segunda maior barreira de corais do mundo! Vou fazer uns 4 diários sobre os lugares que conheci nessa viagem sensacional. Então vamos ao primeiro:


Local: Piscinas naturais das Galés, Maragogi-AL
Data:13/01/14
Quem foi junto: Lais (namorada), Robelino (sogro) e Dinorá (sogra).








O litoral do Nordeste abriga a segunda maior barreira de corais do mundo e Maragogi tem as maiores piscinas naturais de Alagoas, as famosas Galés. Nesse estado conhecer os horários das marés é fundamental, durante a maré baixa a água fica transparente e a visibilidade é ótima mas durante a maré cheia você não consegue enxergar absolutamente nada! Por isso tivemos que ir as 8 horas da manhã para pegar um barco. O tempo não estava nada animador, pegamos chuva durante todo o trajeto até as Galés.

Mas quando chegamos lá a natureza não decepcionou.









O barco para lá custa R$ 60,00 por pessoa. O passeio dura mais ou menos 2 horas sendo que nas piscinas o tempo permitido para cada embarcação é de 1 hora. Durante o passeio é oferecido um mergulho com cilindro mas lá é tão raso e a visibilidade é tão boa que eu realmente acho um desperdício. O valor do mergulho com cilindro está em R$ 100,00 a vista e o tempo de cada mergulho é de aproximadamente 15 minutos. Os caras fazem o mergulho correndo mesmo! Eu quase fui atropelado por dois mergulhadores que passaram rebocando seus respectivos turistas. A profundidade chega a 3 metros no máximo, dando para alcançar facilmente com máscara e snorkel mesmo. 
Repare no minusculo nudibrânquio da próxima foto:





Apesar de chegar a 3 metros em alguns lugares, o melhor mesmo é mergulhar bem no raso a uns 50 cm. As Galés são muito bem preservadas e eu me surpreendi por achar que só ia ver sargentinhos, o peixe que vemos nas tradicionais fotos das piscinas de Maragogi. Antigamente os peixes eram alimentados e isso gerou um crescimento desproporcional no numero de sargentinhos. Mas o IBAMA,que é muito presente na região proibiu essa pratica.

Ao final do horário de permanência, quase indo embora, tive a sorte de ver um polvo que me despistou facilmente mas serviu para encerrar com chave de ouro o passeio.





Abraços, 
Márcio Alves


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